Terra Cura - Projeto de Reflorestamento e Permacultura


Apresentação

O Terra cura, tem a proposta, reflorestar áreas degradadas e iniciou suas atividades em 2016, ás margens do Rio das Garças, na comunidade Jerusalém da Amazônia. Um coletivo, cuja ações atuam na busca dos fazeres culturais de cultivo e plantio com a terra, e tem como princípio a permacultura que consiste em criar assentamentos humanos sustentáveis e em plena harmonia com a natureza. Considerando a pluraidade de comportamenteos e práticas sociais, os diferentes modos de lidar e cultivar a terra, afirmando enquanto comunidade saberes de relação com a práticas populares e a continuidade de saberes que preservam a natureza.

Em outubro (2016) o projeto começou com o plantio de 150 mudas de árvores nativas e frutíferas diversas, adquiridas, por meio de solicitação, no viveiro da Prefeitura de Porto Velho e dois meses depois receberam de amigos e apoiadores mais 150 mudas em janeiro de 2017 já tinham 300 árvores plantadas no local. 

No ano de 2017 mais pessoas voluntariaram-se ao projeto, abraçaram a causa e só na comunidade da Jerusalém da Amazônia plantaram mais de 1000 árvores, criaram um viveiro com mudas de variadas espécies, um jardim no entorno da igreja da comunidade, um sistema agroflorestal em fase de implantação que vem acelerando consideravelmente o processo de regeneração do solo degrado e uma bioconstrução que também servirá de base de apoio as ações de reflorestamento e permacultura no local. 

O projeto conta hoje, com a colaboração de cerca de 50 voluntários, que doam seu tempo e o conhecimento em suas áreas profissionais ou de interesse e contribuem em todas as atividades desenvolvidas no espaço. Atividades essas que trabalham a recuperação e preservação de Área de Preservação Ambiental (APP) e a integração harmônica entre os seres e o ambiente em que vivem.  

O projeto Terra Cura, nessa região, tem a missão de preservar e manter a Floresta Amazônica, partindo do Estado de Rondônia, um estado que sofre com o grande desmatamento.

Atualmente são desenvolvidas no local o reflorestamento, a bioconstrução da “Casa Mãe”, base de apoio do projeto Terra Cura e a primeira a usar a técnica de hiperadobe em Rondônia, e ainda a implantação de sistema agroflorestal, e um viveiro. 

A partir do projeto Terra Cura deu-se inicio no ano de 2020 os mutirões pemaculturais que envolveu mais seis espaços em diferentes áreas de Porto Velho onde está sendo trabalhando o reflorestamento, a implantação de sistemas agroflorestais e práticas permaculturais. 

Resultados das atividades desenvolvidas pelo Terra Cura de 2016 a 2022

  • Mais de mil árvores plantadas em áreas degradadas, sendo o foco principal as margens do Rio das Garças no Teatro da Jerusalém da Amazônia, área que sofreu desflorestamento e como conseqüência degradação no solo e erosão na mata ciliar, ação que foi julgada e condenada como crime ambiental. 


Legenda: Antes do Reflorestamento - Àrea da União e Àrea de APP cedida ao Clube Teatral Êxodo. Áreas degradadas por desmatamento, solo exposto e vulnerável a erosões ás margens do Rio das Garças


(Imagens do Google ano de 2012)

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     Imagens do Terra Cura ano de 2016

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(Inicio do reflorestamento no ano de 2016 na área degradada ás margens do Rio da Garças)

Legenda: Voluntários plantando árvores nativas, frutíferas, sombreiras na área degradada da Jerusalém da Amazônia


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Primeiros resultados do reflorestamento com a implantação do Sistema Agroflorestal 


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  • Paisagismo e jardinagem visando embelezar e melhorar a área do Teatro da Jerusalém da Amazônia. Em toda a área do teatro o Terra Cura criou espaços de jardins e plantas ornamentais. A manutenção desses jardins (poda, rega, roçado) também é feita pelos voluntários do Terra Cura. 


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  • Campanhas de educação ambiental com parceiros como por exemplo o Instituto Lixo Zero.

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  • Mutirões de limpeza no rio das Garças e Igarapé, promovendo educação e conscientização ambiental.

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  • Cursos de formação e vivências em reflorestamento, agrofloresta e bioconstrução, beneficiando mais de 100 pessoas, dentre elas pessoas da própria comunidade da Jerusalém da Amazônia.

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  • Parcerias com o Instituto Rondoniense de Turismo (IRTUR) Instituições de ensino técnico como o Instituto Federal de Rondônia (IFRO) e de ensino superior como Faculdade São Lucas e a Universidade Federal do Amazonas (UFAM) onde o Terra Cura proporcionou aulas de campo para mais de 150 alunos e estágio na bioconstrução durante quatro meses para um grupo de nove alunos do IFRO do Curso em Técnico em Edificações.


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  • Atividade de educação ambiental e plantio de árvores com crianças, inclusive com as crianças da Escola da Jerusalém da Amazônia. 

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  • Feiras Sustentáveis de fomento a produção local de produtos orgânicos, naturais e artesanais. 


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  • Atividades Culturais com a presença de artistas locais engajados nas causas ambientais.  

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  • Realização de mais de 70 (setenta) mutirões de reflorestamento e permacultura, realizados na área da Jerusalém da Amazônia, e outros espaços rurais e urbanos da cidade de Porto Velho. 

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  • Apoio no plantio e doação de mudas para o reflorestamento do bairro Triângulo em parceria com a Associação de Moradores do Bairro Triângulo.

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  • Apoio de plantio e doação de mudas na Associação de Moradores do Bairro Floresta na Zona Sul de Porto Velho. 


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  • Apoio de plantio e doação de mudas para a comunidade Arco ìris, localizada as margens do lago Cujubim, em Porto Velho. 


  • Apoio de plantio e doação de mudas de árvores para a ação de plantio em um barranco ás margens do Rio Madeira, com moradores do Bairro Arigolândia. 


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Matérias jornalísticas – pautas positivas geradas pelo Terra Cura


Projeto 'Terra Cura' promove reflorestamento de áreas degradadas em Porto Velho

Mais de mil árvores já foram plantadas em quatro anos de projeto. 'Semana da árvore' faz alusão a importância de preservar o meio ambiente.

Por Rede Amazônica

26/09/2020 10h01  Atualizado há um ano


Projeto de Reflorestamento

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Projeto de Reflorestamento

Após ver o lugar onde crescer ser degradado pelo desmatamento, uma jornalista de Porto Velho decidiu criar o programa "Terra Cura". O projeto já promoveu o plantio de mais de mil árvores na região em quase quatro anos de trabalhos.

Esse reflorestamento acontece nos arredores da cidade cenográfica Jerusalém da Amazônia em Porto Velho, local onde foram verificadas áreas de erosão às margens de um rio, causados pelo desmatamento.

"Com o decorrer dos anos, a gente foi percebendo que esse desmatamento foi provocando áreas de erosão na beira do rio, e aí quando a gente se deparou com esse problema, a gente chegou com o projeto Terra Cura pra fazer a recuperação dessa área degradada e o reflorestamento", contou a idealizadora Luana Lopes.

No início, o desenvolvimento do projeto foi desafiador. Das 100 árvores plantadas, apenas 20 sobreviveram ao solo da região. Com isso, Luana precisou estudar a dinâmica do sistema e desenvolver uma nova estratégia de agricultura, conhecida como sintrópica.

"E aí começamos a estudar, entender a dinâmica do sistema e realmente plantar árvores que poderiam se desenvolver dentro dessas condições que este solo tem. A gente implantou um sistema agroflorestal, e aí começamos a estudar sobre a agrofloresta", explicou.

A agricultura sintrópica propõe reordenar e restaurar o ambiente natural, criando um melhor local para plantio propiciando o crescimentos das árvores. Foi partindo deste princípio que o processo de reflorestamento da área desmatada floresceu, com estratégias criadas a partir da integração no projeto de voluntários e técnicos mais experientes.

No viveiro, além da doação de mudas, há também cursos florestais e de agro construção, oferecidos à comunidade através do cultivo de plantas na área de reflorestamento. A voluntária Ana Alexandrina destaca a importância da participação de todos nesse processo.

"Eu vivia na minha casa fazendo só o meu, aí aqui eu pude chamar as pessoas pra aprender, porque não vai fazer a diferença só eu, todos temos que fazer alguma coisa pra mudar o mundo", contou a voluntária.

Segundo os dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Rondônia está na 4ª posição nacional dos estados que mais tiveram detecção de focos de queimadas. Para Luana, esse cenário que Rondônia enfrenta só ressalta a necessidade de manter a floresta viva para promover uma melhor qualidade de vida.

"A gente já tá vendo as consequências disso, e são consequências que nos próximos cinco anos vão aparecer de formas mais bruscas. Diante de todo esse cenário, o que importa é a gente manter a floresta em pé, a gente manter a floresta viva, porque a floresta é isso, a floresta sustenta, nutre e ela é fonte de vida", falou. 


 

https://www.gentedeopiniao.com.br/amazonias/

 

PORTO VELHO – O Projeto Terra Cura de Reflorestamento e Permacultura realizará próximo dia 18 (sábado) uma Vivência em Bioconstrução na primeira casa de hiperadobe (terra ensacada) de Rondônia, que está sendo construída na comunidade Jerusalém da Amazônia, zona rural de Porto Velho.

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“Estamos construindo de forma coletiva  uma casa de apoio para o Projeto Terra Cura, uma construção que traz menores impactos ambientais, usando materiais naturais disponíveis no local e técnicas de construção que misturam saberes ancestrais e novas tecnologias sustentáveis”, explica a ambientalista e gestora do Projeto Terra Cura, Luana Lopes.

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O projeto Casa Mãe é do arquiteto e permacultor Bruno Paz, que no ano de 2018 ministrou o primeiro curso de bioconstrução de Rondônia, no espaço Terra Cura, onde ensinou as técnicas de construção com barro, denominadas hiperadobe e pau a pique.

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“ A Casa Mãe do Terra Cura tem sido um espaço para estudarmos e compartilharmos técnicas de bioconstrução que sejam adequadas as especificidades na nossa região amazônica”, comenta Bruno Paz.

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Durante a Vivência em Bioconstrução os participantes irão aprender de forma prática como subir paredes de barro em hiperadobe, reboco e tintas naturais, em um ambiente integrado a natureza, ás margens do Rio das Garças.

Informações e inscrições pelo whatsapp (69 9900 0046)

https://www.newsrondonia.com.br/noticias/

SEGUNDA EDIÇÃO DO 'FEIRA TERRA CURA' SERÁ REALIZADO NO PRÓXIMO DIA 10

O evento acontecerá em um local rodeado de floresta e ás margens do Rio das Garças.

 

 Quinta-Feira, 08 de Agosto de 2019 - 10:44


O Projeto Terra Cura realiza no dia 10 de agosto (sábado) das 9h às 20h, na Jerusalém da Amazônia (Espaço Terra Cura) a segunda edição da Feira Terra Cura, com objetivo de fomentar e divulgar a cadeia de produtos orgânicos, artesanais, naturais e sustentáveis.

 

O evento acontecerá em um local rodeado de floresta e ás margens do Rio das Garças.

A Feira terá em sua programação, exposição e vendas de produtos orgânicos, artesanais, naturais e sustentáveis de 16 empreendimentos de Porto Velho que atuam nesse segmento; terapias holísticas com bioalinhamento, massoterapia, reflexologia, yoga, dança circular entre outros; culinária regional e vegetariana; atrações artísticas de música e performance e uma linda fogueira para celebrar.

Os recursos arrecadados com o evento serão revestidos em materiais para a manutenção do projeto Terra Cura que há três anos atua no reflorestamento e recuperação de uma área degradada e desenvolvendo atividades de agrofloresta, viveiro e bioconstrução.

Confira toda a programação, expositores, atrações e muito mais em nossos perfis nas redes sociais fb.me/terracuraro e @terracuraro no instagram.

 

http://agendaportovelho.com/blog/

TERRA CURA: Atividades culturais fazem parte da programação do curso de Agrofloresta 

28 de março de 2019 em Oficinas


Já estão abertas as inscrições para o Curso de Agrofloresta Terra Cura, que será realizado nos dias 12, 13 e 14 de abril. Além de ampliar os conhecimentos, os interessados participam da programação cultural. A vivência agroflorestal também vai oferecer aos alunos atividades de cinema verde, prática de yoga, programação cultural com música, luau e fogueira, cardápio com cozinha regional e alimentação saudável e ainda a terapia de relaxamento com escalda pés.

Durante o cinema verde será exibido o vídeo “Vida em Sintropia” (Life in Sintropy), novo curta do Agenda Gotsch. Uma edição feita especialmente para ser apresentada em eventos na COP21 em Paris, com um compilado de experiências expressivas em Agricultura Sintrópica. Imagens e entrevistas inéditas.

Curso de Agrofloresta

O curso será ministrado por Pedro Paulo Gabriel Sardinha, instrutor em Agricultura Sintrópica da rede Agrofloresta Rondônia que irá compartilhar seus conhecimentos somando atividades teóricas e práticas e com foco em Recuperação de Área Degradada (RAD) através de sistemas agroflorestais.

Terra Cura

Terra Cura

O Terra Cura que fica na BR-364,  no km 13 (Sentido Candeias do Jamari) há dois anos e meio atua com atividades de reflorestamento na recuperação de uma área degradada no espaço da Teatro da Jerusalém da Amazônia, unindo a bioconstrução e mais recentemente a implantação do Sistema Agroflorestal.

Tanto o espaço do teatro como o projeto, estão próximos às margens do Rio das Garças, onde os participantes poderão utilizar estacionamento, alojamento com banheiros, área de camping, cozinha e refeitório, campo de futebol, observação ao viveiro e visitação a uma bioconstrução erguida com a técnica de hiperadobe e pau a pique.

 Terra Cura

GERAL

Curso de bioconstrução traz novas técnicas de construção natural para Porto Velho

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Publicado

 2 anos atrás 

em

 26/08/2019

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 Portal de Rondônia

O Projeto Terra Cura, pioneiro em bioconstrução com terra em Rondônia, construindo a sua sede, a chamada Casa Mãe, utilizando a técnica de hiperadobe (terra ensacada), realiza de 6 a 8 de setembro, mais uma vivência em bioconstrução, trazendo para Porto Velho o permacultor e bioconstrutor Samir Said, com nove anos de experiência em bioconstrução, que irá compartilhar e ensinar na prática  novas técnicas construtivas como o cordwood (lenha e barro), noções de hiperadobe e acabamento natural (reboco).

O Terra Cura é um projeto ambiental na atua na recuperação e reflorestamento de uma área degradada ás margens do Rio da Garças, localizado na Br 364, km 13, Comunidade da Jerusalém da Amazônia, e desenvolve experiências práticas, no âmbito da permacultura, tais como; bioconstrução, saneamento ecológico, agrofloresta e viveiro.

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Bioconstrução

Há um ano o projeto Terra Cura, iniciou a obra de uma casa de apoio ao projeto, chamada de Casa Mãe. Um projeto  bio arquitetônico do arquiteto, permacultor e bioconstrutor Bruno Paz, que projetou o espaço com a preocupação ecológica, desde a sua concepção até a ocupação.

“Estamos construindo um espaço que seja coerente com as atividades que realizamos, que seja coerente com a nossa forma de viver, respeitando e preservando a natureza, usando os recursos de forma consciente e criando um ambiente harmônico entre os seres. É isso que a bioconstrução nos possibilita, intervir em um espaço natural, com o mínimo de impacto ambiental”, explica Luana Lopes, idealizadora  gestora do Projeto Terra Cura.

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Em julho do ano passado o Projeto Terra Cura realizou o primeiro curso de bioconstrução com terra em Rondônia onde o arquiteto e bioconstrutor, Bruno Paz, ensinou a técnica de hiperadobe, que nunca havia sido usada em nenhuma construção no estado, e arquiteta e bioconstrutora Regina Morão, ensinou a técnica de pau a pique (terra, palha e areia), uma técnica muito usada pelos nossos ancestrais e que vem sedo resgatada pela bioconstrução.

E neste ano o projeto traz novas técnicas em bioconstrução, sempre buscando inserir novos conhecimentos em suas vivências. De 6 a 8 de setembro os participantes do Curso de Bioconstrução com Samir Said, farão  uma imersão de um final de semana, com a proposta de desenvolver uma experiência  focada na construção natural, com menor impacto ambiental, através da vivência comunitária e a aplicação de técnicas construtivas utilizando barro e madeira.

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O instrutor Samir Said é permacultor e bioconstrutor da “Castor Permacultura”, empresa especializada em permacultura e bioconstrução do Estado da Paraíba. Tem nove anos de experiência em bioconstrução com obras nos estados do Ceará; Bahia; Paraíba; Goiás; Acre; Rio Grande do Sul; Rio Grande do Norte; Pernambuco e agora em Rondônia na bioconstrução da Casa Mãe do Projeto Terra Cura.  

Durante o a vivência os participantes do curso, contarão com hospedagem e alimentação e terão outras atividades, culturais, holísticas e de integração com a natureza como o Cinema Verde (sessão de filmes com temática ambiental), Yoga com a instrutora Helena Fernandes, Luau com os músicos Raony Ferreira (How Near) Sinkê e Raoni Amaral, banho de rio e Terapia com Barro, uma experiência de conexão com o elemento terra, conduzida por Samir Said.

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https://www.famazonia.org.br/2020/11/05

Fundo Nacional da Amazônia

Somos uma organização não governamental que trabalha de forma conjunta com ONGs e outras iniciativas, apoiando soluções de preservação e respeito aos direitos socioambientais e a justiça social por meio do apoio financeiro à projetos na floresta Amazônica.

Nossa missão é lutar pela preservação socioambiental e conscientização de sua importância através do fortalecimento de organizações sem fins lucrativos.

 

Projeto promove reflorestamento em áreas desmatadas de Porto Velho

O projeto Terra Cura nasceu com o objetivo de recuperar áreas devastadas na Amazônia. Criado há quatro anos pela jornalista Luana Lopes, o programa promoveu o plantio de mais de mil árvores na região de Porto Velho. Os locais beneficiados são aqueles degradados pelo desmatamento. A maior parte do reflorestamento acontece nos arredores da cidade cenográfica de Jerusalém da Amazônia. No local, o desmatamento causou erosão às margens de um rio. Segundo a idealizadora do Terra Cura, o projeto foi pensado justamente após a verificação das erosões à beira dos rios. “Quando nos deparamos com esse problema, nos sentimos na obrigação de dar uma solução. Por isso, desenvolvemos o projeto Terra Cura para fazer a recuperação dessa área degradada e o reflorestamento”, contou Luana Lopes. Para a jornalista, a responsabilidade com o meio ambiente não é só uma questão ecológica, mas sentimental. Ela conta que cresceu na localidade e que ia muito aos rios com a família e amigos. “A nossa população tem um carinho enorme por cada vegetação e animais locais. Crescemos aqui e temos que preservar. O reflorestamento é uma maneira de ajudar esse lugar que tanto amamos”, afirmou Luana Lopes.

Desafiador

A criadora do Terra Cura conta que no início tudo era desafiador. Sem conhecimento técnico, os integrantes do projeto tiveram muitas dificuldades para fazer o replantio. Segundo ela, das 100 árvores plantadas, apenas 20 sobreviveram no solo da região. Mas a vontade de reflorestar era maior do que os desafios. Foi a partir da necessidade de ver o projeto dar certo que Luana começou a estudar a dinâmica do sistema. A partir daí, ela desenvolveu uma estratégia de agricultura, conhecida como sintrópica. “Foi a partir dos estudos e pesquisas que começamos a entender a dinâmica do sistema e a plantar árvores com possibilidades de se desenvolver de acordo com as condições do solo. A gente implantou um sistema agroflorestal e aí começamos a estudar sobre a agrofloresta”, explicou.

O que é agricultura sintrópica 

Imagem de plantação com sistema de agricultura sintrópica


A agricultura sintrópica tem como proposta reordenar e restaurar o ambiente natural, criando um melhor local para plantio e possibilitando o crescimento saudável das árvores. Foi seguindo essa lógica que o processo de reflorestamento da área desmatada floresceu. As estratégias foram criadas a partir da integração de voluntários e de técnicos mais experientes ao projeto. O Terra Cura conta com um viveiro para doações de mudas. Também promove cursos florestais e de agro-construção, oferecidos à comunidade. Nos cursos, o cultivo de plantas é realizado na área de reflorestamento. O sucesso do projeto é tão grande que atrai diversos voluntários como Ana Alexandrina. Ela destaca a importância da participação de todos nesse processo. Por isso, convidou outras pessoas a fazerem parte da ação. “Achei importante convidar outras pessoas para aprender as técnicas de plantio. Quanto mais gente, melhor. Só assim faremos a diferença “, contou Alexandrina.

Desmatamento 

Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Rondônia é um dos estados que mais tiveram detecção de focos de queimadas. Para Luana Lopes, do Terra Cura, o cenário só ressalta a necessidade de manter a floresta viva. Ela reforça que, para isso, uma das ações para é investir na conscientização e no reflorestamento. De acordo com o Inpe as áreas amazônicas mais críticas são:

  • Altamira e São Félix do Xingu, no Pará;

  • Porto Velho, em Rondônia;

  • Lábrea, no Amazonas.

Com o desmatamento, surgem as queimadas que acontecem na Amazônia de maneira associada à retirada ilegal de madeiras e ampliação de áreas para agropecuária. Somente no primeiro semestre deste ano, 60% dos focos aconteceram em área rurais. Dados do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) apontam que 50% deles ocorreram em fazendas de médio e grande porte e 10% em pequenas propriedades. Já as terras indígenas correspondem a 12% dos focos de calor.

Mais de 16 mil focos de incêndios

Segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), foram registrados 16.333 focos de incêndios na Amazônia Legal somente neste ano. Em novembro, o Inpe apontou 153 focos ativos na região, superando o recorde anterior, de 2005. O acumulado de 2005 foi de 15.644 casos. Durante recente visita ao Amazonas, o ministro do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno, admitiu que há áreas de queimadas. Apesar disso, em entrevista, minimizou o problema citando a existência de uma “fogueirinha”.  O ministro criticou as divulgações das queimadas que, segundo ele, é feita de maneira irresponsável. “As informações sobre queimadas na Amazônia passam a impressão de que toda a Amazônia está em chamas. Isso é irresponsável”, ressaltou. Ele explica que há algumas áreas de queimadas, mas nada na extensão do que é divulgado pela imprensa. Dados do Inpe apontam que 45,6% dos casos de queimadas no Brasil ocorreram na região da Amazônia. De janeiro a setembro deste ano, o número de focos de queimadas registrados na Amazônia é o maior desde 2010, que apresentou 102.409 pontos. Já este ano, tivemos 76.030 no mesmo período de 2010.

Ação até 2021

O decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), publicado no “Diário Oficial da União no início de novembro, prorrogou a presença de tropas das Forças Armadas na Amazônia até 2021. Segundo o documento, as tropas permanecerão na região até 30 de abril do próximo ano. O decreto previa que a operação acabaria em junho, mas devido ao aumento das queimadas o prazo mudou para julho, depois para novembro e, agora, para 2021. Os militares fazem parte da Operação Verde Brasil, que garante ações de enfrentamento às queimadas na Amazônia Legal. O programa do governo federal tem como objetivo fazer ações preventivas e repressivas contra crimes ambientais. A operação também visa o combate ao desmatamento ilegal. Segundo o vice-presidente Hamilton Mourão, foram alocados R$ 400 milhões para a operação e ainda há R$ 180 milhões disponíveis. O Inpe divulgou dados que demonstram as perdas da Amazônia Legal. Segundo o Instituto, 964 km² de áreas da floresta estavam sob alerta de desmatamento em setembro deste ano, segundo maior registro em cinco anos. Todos os alertas foram feitos pelo Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter). O Deter produz sinais diários de alteração na cobertura florestal para áreas maiores que 3 hectares, que registram áreas desmatadas e que estão em processo de degradação florestal.


CULTURA

Luau Terra Cura é contemplado pela Lei Aldir Blanc e reaviva o teatro da Jerusalém da Amazônia

“É importante para os projetos locais receberem o apoio público para desenvolverem as atividades culturais


Luau Terra Cura é contemplado pela Lei Aldir Blanc e reaviva o teatro da Jerusalém da Amazônia

Por Ze katraca
Publicada em 27/02/2021 às 10h41

 O Luau Terra Cura, atividade cultural realizada pelo Projeto Permacultural Terra Cura, com sede na Comunidade da Jerusalém da Amazônia na capital Porto Velho, foi contemplado com a  Lei Aldir Blanc, através da  1ª Edição Mary Cyanne do Edital de Chamamento Público de Fomento à Cultura e à produção artístico cultural Transmissões ao vivo/ gravadas, realizado pelo, Governo de Rondônia, através da Superintendência da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer – SEJUCEL.

No formato proposto pelo edital o luau foi gravado no Teatro de Arena da Jerusalém de Amazônia e será transmitido através de uma Live com a participação já confirmada, dos artistas Passarinho Verde (Kali), Sinkê, Elizeu Braga, Tânia Soares, Flaviana Felix e Andressa Silva.

“É importante para os projetos locais receberem o apoio público para desenvolverem as atividades culturais que fomentam todo um cenário de produções artísticas, inserindo um novo formato adequado a realidade de isolamento social que estamos vivendo e que garante a continuidade do trabalho e renda de produtores e artistas”, destaca a jornalista, produtora e gestora do projeto Terra Cura, Luana Lopes. 



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